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| Equipe de Desenvolvimento de Recursos Humanos ::: |
Educação Alimentar |
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A medida que uma pessoa atinge a terceira idade, sensações como o paladar, olfato, visão, audição e tato diminuem de maneira individual e com taxas diferentes. Tais perdas sensoriais podem prejudicar os hábitos alimentares de um indivíduo, ocasionando perda de apetite, avitaminoses, problemas gástrico/intestinais, dentre outros fatores. Muitas vezes, indivíduos acima de 30 anos já possuem uma rotina alimentar habitual, não susceptíveis a mudanças radicais e desta forma, o ponto de partida para reiniciar uma dieta diária mais saudável e dentro das suas condições sócio-econômicas, é através da informação. |
Em 2000, um levantamento realizado pela Faculdade de Saúde Pública da USP em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) com apoio da FAPESP, entrevistaram 2143 idosos que residiam em São Paulo e descobriram que a doença crônica mais freqüente nesta população é a hipertensão, com incidência superior a 53%. O aumento da pressão arterial está diretamente ligado a concentração de sais, principalmente cloreto de sódio, na circulação sanguínea, onde seu tratamento é realizado através de medicamentos, melhoria na qualidade de vida com a redução de “stress” e principalmente obedecendo a uma rigorosa dieta alimentar. |
| Problemática |
Nos próximos 20 anos, o número de pessoas com mais de 60 anos ou mais na América Latina e Caribe vai praticamente dobrar, saltando de 42 milhões de indivíduos no ano 2000, para estimados 82 milhões depois de 2020, conforme estudos de Ruy Laurenti e Maria Lúcia Lebrão da Faculdade de Saúde Pública da USP. O envelhecimento como é sabido, constitui o passar do tempo, compondo assim um processo natural o qual se inicia após a concepção.
Segundo Ana Maria Lottemberg, nutricionista do Hospital das Clínicas de São Paulo, as porções de produtos com muita gordura ou açúcar praticamente dobraram nos últimos 10 anos, indicando que cerca de 23% das mulheres e 17% dos homens brasileiros já são considerados obesos, acompanhando uma tendência internacional. A obesidade também já é considerada uma epidemia mundial e junto com o aumento de peso, a incidência de doenças como hipertensão, excesso de colesterol e diabetes agravam o quadro de qualidade de vida. Melhorias na qualidade de vida podem ser iniciadas a qualquer momento da vida desde que corretamente orientada e adequada para cada indivíduo, dentro de seu cotidiano, ambiente de trabalho e familiar. |
| Objetivo |
Conscientizar funcionários da UNESP e seus familiares diretos, através de informação nutricional, quanto as práticas de alimentação saudável e bons hábitos alimentares na melhoria da qualidade de vida, antes e durante sua aposentadoria. |
| Coordenação |
Mônica Leal Motta - Nutricionista UNESP/FEIS
email monicalm@adm.feis.unesp.br
fone (18) 3743 - 5056 |
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